Marcaram presença na reunião todas as entidades e agentes com competência e responsabilidade na Defesa da Floresta Contra Incêndios no Distrito de Lisboa, a saber: o Comando Territorial da GNR de Lisboa, a Autoridade Marítima e a PSP, a Autoridade Florestal Nacional, representantes e técnicos da estrutura federativa nacional e das organizações de produtores florestais do distrito, as Forças Armadas, O ICNB (Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade), a CCDRLVT (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo), a Comissão de Compartes dos Baldios da Ota, a Liga dos Bombeiros Portugueses e a AFOCELCA (Agrupamento complementar de empresas). Estiveram ainda, em representação dos municípios do distrito de Lisboa, técnicos e vereadores das Câmaras Municipais de Alenquer, Amadora, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Cadaval, Cascais, Lisboa, Loures, Lourinhã, Mafra, Odivelas, Oeiras, Sintra, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira.

A reunião teve início com a apresentação do Plano Operacional Municipal do Cadaval, nomeadamente dos meios disponíveis para a Defesa da Floresta Contra Incêndios no Concelho do Cadaval.
Seguiu-se a apresentação, pelo comandante distrital da Autoridade Nacional de Protecção Civil, do relatório provisório do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios 2009 até ao período de 31 de Agosto último. Finalmente, coube a Miguel Galante, do Governo Civil de Lisboa, abordar o diagnóstico-síntese do Plano Distrital de Defesa da Floresta Contra Incêndios.
Houve ainda espaço para um curto debate onde as diferentes entidades trocaram ideias sobre algumas das questões levantadas durante as apresentações, nomeadamente, uma questão de fundo – a necessidade de uniformizar a cartografia de base ao nível dos planos municipais, considerando a dificuldade que se verifica, presentemente, em unir a informação dos diferentes municípios.
O Governador Civil do Distrito de Lisboa encerrou esta segunda reunião da Comissão Distrital de Defesa da Floresta manifestando a sua disponibilidade para colaborar na articulação das várias entidades com responsabilidades na Paisagem Protegida da Serra de Montejunto, de modo a que as acções a levar a efeito naquele espaço natural decorram da melhor forma possível.