O presidente da Coopval destaca «a visão e o trabalho» que tiveram os fundadores da instituição e todos os sócios que se seguiram.
O pós-25 de Abril trouxe momentos «muitos difíceis» à organização, dado que todos os apoios previstos por parte do Estado falharam, na ocasião.
«Valeram as pessoas que na época estavam, fundadores e outros associados, que usaram o seu prestígio pessoal e assumiram, com o seu próprio património, a garantia do pagamento aos bancos. Esse período passou e começou a haver um crescimento», conta o líder da fruteira.
O crescimento e evolução têm sido constantes, com diversos investimentos de vulto realizados, sendo que, mais recentemente, a central foi alvo de uma intervenção profunda. «Aquilo que fizemos agora foi adquirir o equipamento mais moderno que existe no mundo, em termos tecnológicos, para que se faça, com o menor custo possível, todo este trabalho, mas com qualidade, e que responda aos pedidos dos clientes», explica Aristides Sécio.
Para além do mercado nacional, 85 por cento da produção recebida na fruteira (designadamente pera rocha) segue para o mercado de exportação, nomeadamente Brasil, Canadá, Inglaterra, Alemanha, Marrocos, Polónia, França, Bélgica e Irlanda, entre outros pontos do mundo menos significativos.
«Temos de acrescentar valor ao produto dos nossos associados», considera o responsável, «para que a cooperativa não constitua um ónus para o produtor mas sim uma mais-valia».
Leia a entrevista completa na Revista Municipal nº 67, acessível
aqui, e veja também a videoentrevista municipal, disponível abaixo (canal
Youtube da CMC).