Instalados novos Órgãos Municipais – Mandato 2021/2025

Eleitos do Município do Cadaval tomaram posse

12-10-2021
Eleitos do Município do Cadaval tomaram posse
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Realizou-se na passada segunda-feira, dia 11 de outubro, a cerimónia de instalação dos órgãos municipais do Cadaval para o mandato 2021-2025. Para além da tomada de posse, teve lugar a eleição da mesa da Assembleia. José Bernardo Nunes, presidente da Câmara reeleito, foi o primeiro dos discursantes, onde intervieram ainda os líderes parlamentares de cada partido e o também reeleito presidente da Assembleia Municipal, Rui Soares.

A cerimónia de tomada de posse, conduzida por Rui Soares, presidente da Assembleia Municipal cessante, começou pela instalação deste órgão deliberativo, tendo os respetivos membros sido empossados por ordem de eleição, a saber: Rui Manuel Martins Soares – PSD, Maria João Marques Pacheco Botelho – PS, Vítor Manuel Feliciano Pinteus – PSD, Tatiana Pereira de Matos – PS, Maria Eugénia Rodrigues Correia de Sousa – PSD, Diogo José Brochado Abreu – PS, Nelson Cordeiro Rosa – PSD, Rodolfo José Matias dos Santos – PS, Alexandra Isabel Coimbra Rafael Lourenço Costa da Silva Sécio – PSD, Idalécia Costa da Gama Franco da Silva – PSD, Carla Sofia Filipe Rosa Rodrigues – PS, Ricardo Manuel Francisco Miguel – CDU, Eduardo Jorge de Oliveira Nunes – PSD, Vanda Sofia Carvalho Rodrigues – PS, Liliana Filipa Rodrigues Batista – PSD, Telmo Henrique Rosa Silvestre – PS, Maria do Rosário Silva Rato Pratas – PSD, António Manuel Teixeira dos Santos – PS, João Duarte Ferreira Pereira – PSD, Renata Joana dos Santos Gaspar Rodrigues – PSD, Sónia Cristina Gueifão da Silva – PS.

 

Empossados, na qualidade de membros por inerência da Assembleia, foram os seguintes presidentes de Junta de Freguesia: Telmo Manuel Isidro Santos – Alguber (PSD), Hélder José Ventura Santos – Peral (PSD), André Hermínio dos Santos Trindade – Vermelha (PSD), António Joaquim da Silva Pereira – Vilar (PSD), Pedro Gaspar Rodrigues – Cadaval e Pero Moniz (PSD), Amélia Margarida Rogério da Silva – Lamas e Cercal (PS), Victor Manuel Caeiro dos Santos – Painho e Figueiros (PSD).

 

Quanto à instalação da Câmara Municipal, foram investidos, cumprindo a ordem de eleição, José Bernardo Nunes – PSD, João Filipe Rafael dos Reis – PS, Maria de Fátima Gomes Aguiar Moreira da Paz – PSD, Tânia Patrícia Rodrigues Paulo – PS, Ricardo Alexandre da Silva Pinteus – PSD, Dinis Acácio Nobre Duarte – PSD, David José Ferreira Ribeiro – PS.

 

No seguimento da instalação da Câmara, José Bernardo Nunes, chefe do executivo, agradeceu o envolvimento de todos os recém-empossados, mas também a todos quantos participaram nas diversas listas. «A democracia só é possível se houver pessoas disponíveis para participar nas listas e para fazerem parte destes órgãos», disse, afirmando ser cada vez mais difícil encontrar pessoas com disponibilidade para participar nos atos eleitorais, sendo particularmente difícil mobilizar a juventude. «Temos de ser todos nós e os partidos a reinventarmo-nos e a captar jovens para o processo eleitoral», acrescentou.

 

Em seguida, deu-se a votação dos membros da mesa, sendo que a maioria dos deputados votou na lista apresentada a votação pelo PSD. A mesa ficou assim constituída da seguinte forma: Rui Soares (presidente da Assembleia Municipal), Maria Eugénia Sousa (1.ª Secretária) e Liliana Batista (2.ª Secretária).

 

Em sede de discursos, Ricardo Miguel, representante parlamentar da CDU, manifestou «nota negativa» à elevada abstenção das eleições de 26 de setembro, que requer, segundo adianta, «uma avaliação rigorosa das razões que levam a que mais de metade da população não tenha nada para dizer sobre os destinos da sua terra através do voto». «É imprescindível valorizar e dignificar o papel da Assembleia Municipal face à ação do Executivo», declarou, acrescentando que o debate eleitoral deve ser alargado aos eleitores, promovendo uma maior aproximação destes aos eleitos, procurando assim «uma interligação entre democracia representativa e democracia participativa».

 

Maria João Botelho, representante parlamentar do PS, realçou a importância de «uma estratégia realista e capaz» com vista «a exigir ao Governo e às diferentes instâncias o apoio indispensável para ultrapassar a atual situação de estagnação». «Os diferentes órgãos autárquicos têm pela frente uma tarefa enorme mas aliciante que estamos disponíveis para abraçar, no respeito pelos princípios do debate democrático e construtivo», adiantou.

 

Vítor Pinteus, representante parlamentar do PSD, defendeu ser a assembleia municipal «o centro do poder local democrático». «À semelhança do que tem acontecido, continuaremos disponíveis para, em conjunto, debater o que verdadeiramente interessa ao concelho do Cadaval», disse. «Durante os últimos anos, fomos rigorosos e transparentes na apresentação dos instrumentos de gestão instrumental e financeira propostos pela Câmara Municipal», declarou, entendendo que o Cadaval cresceu e desenvolveu-se «sem perder a identidade, adaptando-se aos novos tempos, aos novos desafios e às novas necessidades».

 

Rui Soares, presidente da Assembleia Municipal reeleito, defendeu um trabalho conjunto com foco no Concelho, para, em conjunto, promover a melhoria «do que ainda precisa de ser melhorado». «O sentimento que me domina é um sentimento de enorme responsabilidade, mas também o sentimento de quem se sente orgulhoso e honrado pelo reconhecimento democrático nas urnas de voto.»

 

A cerimónia de instalação dos órgãos do Município foi testemunhada por entidades civis e militares do Concelho, para além de diversos populares que quiseram comparecer.


Aceda a fotorreportagem da tomada de posse

Fonte: SCRP | CMC

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