O Território Medieval Entre os Séculos XVI e XIX

Desde a criação do concelho do Cadaval até ao numeramento de 1527, verifica-se que o concelho deve ter tido um desenvolvimento populacional significativo pois foram surgindo mais algumas aldeias. No entanto, a população total não devia ultrapassar os 2400 moradores e a vila de Cadaval, em 1527, não devia ter mais de 285 habitantes.

No século XVI, havia já no concelho 21 aldeias, 17 casais e duas quintas, sendo algumas aldeias, sobretudo as mais antigas, quase tão grandes como a própria vila.

Tratava-se de uma região muito ruralizada, onde a vinha, os cereais e a criação de gado representavam a principal atividade económica, e mesmo a vila não seria mais do que uma grande aldeia rural. No entanto, teria tido alguma importância social, a julgar pelos casos de Afonso Esteves do Cadaval, que foi Alcaide de Atouguia no século XIV, do clérigo Pero Esteves do Cadaval, que no início do século XV possuía aqui bens e casas, e de alguns tabeliães que aqui exerciam a sua atividade.

No concelho do Cadaval, não havia apenas agricultores. Os documentos medievais referem um sapateiro na Vermelha, uma tecedeira com dois teares na Sobrena e ferreiros e alfaiates no Cercal.



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