A Organização Eclesiástica

No concelho medieval de Óbidos, havia quatro igrejas que dividiam entre si a vila e o seu termo. Estas igrejas tinham jurisdição sobre capelas, ermidas, casais, quintãs e aldeias que lhes pagavam a dízima. Era também habitual os particulares doarem bens às igrejas.

Com a criação do concelho do Cadaval, em finais do século XIV, algumas pequenas ermidas aqui existentes foram elevadas à categoria de igrejas e sede de freguesias mas a dependência em relação às igrejas de Óbidos manteve-se durante toda a Idade Média.

São Lourenço do Peral e Santa Maria de Figueiros sujeitavam-se à igreja de Santiago de Óbidos. São Vicente do Cercal sujeitava-se a São João do Mocharro de Óbidos. As aldeias e casais ligados a São Tomé de Lamas sujeitavam-se a Santiago e, mais tarde, a Santa Maria de Óbidos. A própria igreja de Santa Maria do Cadaval sujeitava-se a São Pedro de Óbidos.

As instituições religiosas eram também proprietárias. O Mosteiro de Alcobaça tinha granjas no Cercal e em Montejunto e uma quinta em Martim Joanes. As igrejas de São Pedro de Óbidos e São João do Mocharro tinham alguns bens no Cadaval e no Cercal. Também o Mosteiro de Almoster tinha terras em Alguber e Vila Nova.




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