A Administração Senhorial

O primeiro senhor donatário do Cadaval e do seu termo foi D. João Afonso Telo, em 1371, que tinha jurisdição e direito a receber as rendas. Depois, D. João I fez doação a D. Pedro de Castro em 1388 e confirmou esta concessão em 1398.


O rei D. Duarte, em 1433, doou o Cadaval a D. Fernando, duque de Bragança, que passou para o filho, D. João, em 1465, e depois para o irmão, D. Álvaro. O rei D. João II confiscou-lhe as propriedades mas D. Manuel, em 1496, confirmou a doação.

Seguiram-se na posse do Cadaval, durante cerca de 150 anos, vários membros da família Melo. Em 1648, D. João IV atribuiu o título de Duque do Cadaval a D. Nuno Álvares Pereira de Melo, dando início à Casa de Cadaval, que manteve os direitos senhoriais sobre este concelho até à abolição destes em 1832.

A administração senhorial era sobretudo absentista e rentista. Não residia nesta terra e colhia as rendas das populações. Tinha, no entanto, amplos poderes de jurisdição podendo nomear tabeliões, almoxarifes e escrivãos. Estes poderes aumentaram com a criação da Casa de Cadaval, podendo os sucessivos duques nomear ou confirmar as vereações municipais e outros oficiais do concelho.





  • Siga-nos

Topo / Top
  •   Menu acessível
  • Promotor Oeste Portugal
  •   Oeste CIM
  • Co-financiamento Compete
  •   QREN
  •   União Europeia
Powered by Powered by U-LINK
© 2006 - 2020 Município do Cadaval - Todos os Direitos Reservados.