A inauguração da mostra incluiu música, poesia e lançamento de livro

Exposição coletiva “Fluids & Grain” patente no Cadaval (c/vídeo)

05-11-2013
Exposição coletiva “Fluids & Grain” patente no Cadaval (c/vídeo)
Vista parcial da exposição, patente até dia 2 de dezembro
Está patente ao público até 2 de dezembro, na Biblioteca Municipal e no Núcleo Museológico do Moinho das Castanholas, uma exposição coletiva de pintura, fotografia e escultura, intitulada “Fluids & Grain”. A abertura oficial aconteceu sábado passado e contou com uma tarde cultural de muita música, declamação de poesia e lançamento de um livro.
[ Aceder a videorreportagem municipal ]


Quis a Câmara Municipal do Cadaval associar-se a uma iniciativa da Quo Magazine – revista que habitualmente organiza diversos eventos, entre eles exposições na Holanda e também em Portugal, tendo como participantes artistas e escritores provenientes de várias nacionalidades.

A inauguração da mostra coletiva aconteceu no último sábado, dia 2 de novembro, tendo sido extensiva, como habitualmente, à comunidade em geral.

O ato inaugural, na presença do presidente da Câmara Municipal do Cadaval, José Bernardo Nunes, e da editora da revista Quo, Teresa Pinto, iniciou-se com visita oficial às obras expostas no Moinho das Castanholas, a qual visou, seguidamente, os trabalhos patentes na Biblioteca Municipal, por seu turno situada nas imediações daquele núcleo museológico.
 
 
Teresa Pinto, da revista Quo (2ª à esqª.), agradeceu ao município e aos autores
 

A diversificada coleção de obras de pintura, fotografia e escultura pode ser visitada até dia 2 de dezembro.

O horário para visita é diferenciado, sendo, no caso do moinho, de terça a sábado, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00. Quanto à biblioteca, a mostra pode ser visitada de segunda a sexta, das 08h30 às 18h00, e ao sábado, das 14h00 às 17h00.
 
 
Música, poesia e literatura compuseram tarde cultural
 
Travado conhecimento com o espólio artístico dos dois referidos espaços, foi tempo de iniciar a aguardada tarde cultural, composta de música, poesia e lançamento de um livro, também ela decorrida nas instalações da bilbioteca. 
 
O programa iniciou-se com a atuação do consagrado cantautor Jorge Rivotti, que apresentou, em formato acústico, alguns temas do seu último disco, interpretados em português, francês e espanhol, tendo ainda revelado, em primeira mão, uma das suas novas canções.
 
 
O cantautor Jorge Rivotti constituiu a primeira atuação da tarde cultural
 
 
De seguida, tomou as atenções dos presentes o conterrâneo Nuno Pereira, professor de profissão, que mostrou uma outra vocação sua, interpretando peças clássicas num recital de guitarra a solo.

A escritora e poetisa Isabel Pereira, professora reformada oriunda da Tojeira (Cadaval), recitou alguns poemas seus, acompanhada musicalmente por Nuno Pereira.

Após uma pausa para beberete, teve lugar a apresentação do livro “Notas de cozinha de Leonardo da Vinci” (Jonathan Routh e Shelagh Routh), a cargo do diretor da editora Althum, Luís Nazaré Gomes.

Remontando ao ano de 2002, a publicação das notas atribuídas a Leonardo Da Vinci constitui um sucesso de vendas, indo já na sua terceira edição. Luís Gomes informou ter já proposto a chefes de cozinha fazerem a versão atual das notas constantes do livro, até porque, como explica, «há ingredientes que temos de adaptar para a atualidade.» Da Vinci – que foi também precursor da “nouvelle cuisine” – para além deste legado de arrojadas receitas, deixou um conjunto de instruções de etiqueta e boas maneiras, também patentes nesta publicação.

A tarde de convívio prosseguiu com outro cantautor – JP Cavadas, que veio de Cantanhede ao Cadaval apresentar, também em acústico, algum do seu repertório de canções originais em português.

O testemunho musical foi passado ao duo “Contraponto” (curiosamente constituído por um psicólogo e um arquiteto), também eles com uma amostra do seu repertório de inéditos em português, baseado nas «histórias dos dias que correm».

O evento fechou com um pequeno recital de guitarra portuguesa (sem o normal acompanhamento de viola) pela conceituada compositora Luísa Amaro, artista que acompanhou Carlos Paredes durante vinte anos, mas que tem já na forja o seu segundo trabalho em nome próprio.
 
 
Fotorreportagem disponível na página de Facebook da CMC
Fonte: SCRP | CMC



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